Caules na floresta

Caules na floresta

sábado, 6 de setembro de 2014

(Poème) MAR DE BRASÍLIA

Brasília! Extenso mar, o azul do céu
Banhando a praia no cerrado encantador
Solta nos campos, invernadas, rodeador
Densos matizes da paleta decolor
Unindo as cores no horizonte sedutor.


Mítica gênese do desejo republicano
Visão etérea do santo sonhador
Ressurge a Fênix na voz do irmão goiano
Como lembrança ao JK desbravador.

Polar Australis, tua marca no firmamento
Cósmica luz, brilhante, no Astral do Sul
Cartesiana, com espacial arquitetura
Desdobras as linhas do novelo equidistante
Retas simétricas, entre eixos, curvas convexas. 


Misturas as raças, os genes, gametas mil
Cor melanina nas epidermes, nova pigmentação
Em tua linguagem de sonoro nacional
É brasileiro o nosso torrão natal.


(Izidius, o romano).

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