Quem conquista é a mulher. A mulher é livre para escolher o seu parceiro, tem a estrita liberdade de dizer sim, ou não. Mas o homem se ilude, se jacta de conquistador, e não percebe que lhe cabe apenas o mero papel de ator coadjuvante nessa escolha. Mesmo assim é inaceitável a violência contra as mulheres, é verdadeiramente passível de criminalização.

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