Caules na floresta

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sábado, 27 de dezembro de 2014

Igualdade de gêneros, tergiversação acéfala

É óbvio que fui criança, mas até hoje ainda guardo na memória e no coração algumas coisas de menino. Mas não esqueci que menino é menino, e menina é menina, mesmo com as distorções na divisão celular e, nas deliberadas anomalias gestadas no obscurantismo mental, os dois seres são dissociáveis na gênese atemporal. Essa história de igualdade de gêneros só se for pautada na constituição federal brasileira onde todos são iguais perante a lei. Mas essa ideia poderá ser aceita ao firmar-se em uma sociedade onde os direitos iguais de homens e mulheres, aliam-se aos deveres iguais de mulheres e homens, isto é, cada um cumprindo seu dever pelo lugar que lhes cabe no extrato social. Agora, quererem impregnar a sociedade com a mentalidade de que, "ser um homem feminino, não mexe com o lado masculino", é distorcer a realidade da Criação, é relativizar a existência de dois seres diferentes, mas unidos a um só coração.

(Izidius, o romano).

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