Caules na floresta

Caules na floresta

domingo, 19 de janeiro de 2014

Poemeto: O rio de minha terra

O rio de minha terra é infinito
Navega borbulhando, teu ser, teu coração
Acalanta em tuas águas as angústias lacerantes
Lavando de meu peito a solidão. 

O rio de minha terra é tão sereno
Nas vagas andarilhas, temporão
Num eterno vai vem, viesse e fosse
Na aurora e na esperança de um varão.

(Izidius, o romano).

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