Meu pensamento exsudou de meu silêncio
Detidamente olhei no espelho de minha alma
E vi que é falso o brilho nele refletido
Quis sublimar pondo em grandezas minha faina
E minha alma só mostrou meu pouco siso.
Meus pensamentos se envolveram em incertezas
Submergiram no profundo de meu ego
Narciso espelho, o que reflete de tua luz?
O narcisista emergiu em raio Lucano
Com sua beleza refratada em halo azul.
Recompus-me levantando em grande salto
E caminhei em direção ao por do Sol
Quanta ciência deslumbrante no horizonte
Que calor frio irradiava de sua fronte
Ó inesgotável e humilde Grande Luz.
(Izidius, o romano).
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